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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Vai e prega o meu Rosário

«Pelo Rosário, podemos tudo alcançar.
Segundo uma bela comparação, é uma longa cadeia que liga o céu e a terra: uma das extremidades está entre as nossas mãos e a outra nas da Santíssima Virgem.»

Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face



«Ó Rosário bendito de Maria, doce cadeia que nos prende a Deus, vínculo de amor que nos une aos Anjos, torre de salvação contra os assaltos do inferno, porto seguro no naufrágio geral, não te deixaremos nunca mais. Serás o nosso conforto na hora da agonia. Seja para ti o último beijo da vida que se apaga.»

Beato Bártolo Longo



«Amai e fazei a amar a Santíssima Virgem, rezai e fazei rezar o Rosário.»

São Pio de Pietrelcina



«Vai e prega o meu Rosário.»

Nossa Senhora a São Domingos

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Encontrei o meu lugar na Igreja

«Compreendi que se a Igreja tinha um corpo, composto por membros diferentes, não lhe faltava o mais necessário, o mais nobre de todos, compreendi que a Igreja tinha Coração, e que este Coração era ardente de amor. Compreendi que só o Amor fazia agir os membros da Igreja, que se o amor viesse a extinguir-se, os Apóstolos deixariam de anunciar o Evangelho, os Mártires se recusariam a derramar o sangue… Compreendi que o amor englobava todas as vocações, que o amor era tudo, que se estendia a todos os tempos e a todos os lugares… numa palavra, que era eterno!...


Então, no excesso da minha alegria delirante, exclamei: ó Jesus, meu Amor… a minha vocação, encontrei-a finalmente, a minha vocação, é o amor!... Sim, encontrei o meu lugar na Igreja e este lugar, ó meu Deus, fostes Vós quem mo deu… no Coração da Igreja, minha Mãe, serei o Amor… assim terei tudo… assim será realizado o meu sonho!!!...»

Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face,
Virgem e Doutora da Igreja

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

A Santa Face

A Basílica de São Pedro em Roma não possui somente a preciosidade que é o túmulo do Chefe dos Apóstolos, como, ao longo dos séculos, enriqueceu o seu tesouro com importantes relíquias, como um pedaço do madeiro da Cruz, trazido de Jerusalém pela imperatriz Santa Helena; um fragmento da lança do centurião que trespassou o lado de Cristo morto; ou o véu da mulher que, no caminho do Calvário, enxugou a Face ensanguentado de Jesus.
Este véu foi apelidado de “verónica”, contracção e latinização da palavra grega: “veron ikon”, isto é, “verdadeira imagem”.
Conta-se que o imperador Tibério tinha ouvido algumas coisas sobre Jesus, que para além da morte, ajuntava discípulos e operava milagres. O governante romano, doente e diante da incapacidade dos médicos em curá-lo, soube da existência de uma imagem milagrosa de Cristo, que pertencia a uma cristã. Mandou-a trazer até ele, ouviu o relato da Paixão de Jesus da boca da mulher, e recuperou a saúde contemplando a “veron ikon”, cujo nome acabou por ser dado à proprietária do véu, que tinha conseguido o milagre.
O véu milagroso permaneceu e ainda está em Roma, mas não está exposto à veneração dos fiéis desde há 50 anos.

A 6 de Janeiro de 1849, na Basílica Vaticana, na ostentação das Relíquias Maiores, a multidão pôde ver que na “verónica”, a imagem pouca nítida do véu tornou-se aos poucos o rosto vivo de Cristo, a Face do Homem das dores descrita pelo profeta Isaías.
Naquela época e naquele dia da Epifania do Senhor aos Magos, os peregrinos não tinham evidentemente máquinas fotográficas ou telemóveis com câmara, para captar esta teofania, esta manifestação de Deus. O único meio de guardar na memória tal acontecimento foi a gravura, e assim, reproduzida a imagem que apareceu no véu, estampas foram distribuídas pelos cónegos da Basílica de São Pedro com um selo de autenticidade.
No centro da França, o Sr. Leão Papin Dupont, conhecido como o “santo homem de Tours”, recebeu do Carmelo da sua cidade uma destas gravuras, e colocou-a na sua sala de estar, que logo se transformou num oratório. Graças físicas e espirituais, alcançadas diante da imagem da Santa Face de Jesus, multiplicaram-se rapidamente, confirmando as revelações que, anos antes, nesta cidade de Tours, uma carmelita, Irmã Maria de São Pedro recebeu do próprio Senhor.
A imagem da Santa Face é reproduzida aos milhares, e em 1885, a arquiconfraria da Santa Face é reconhecida pelo Papa Leão XIII.
A 26 de Abril de 1885, a Família Martin, a família da Santa Teresinha, é inscrita na confraria. Desde então, a estampa da Santa Face de Tours acompanhará a santa, colocada no seu breviário, na sua cela ou nos últimos dias de vida, na cortina da enfermaria.
A devoção à Santa Face era tão importante para Teresinha, que a 10 de Janeiro de 1889, aquando da sua tomada de hábito, ela assinou pela primeira vez um bilhete com o nome de : “Irmã Teresa do Menino Jesus e da Santa Face”.


Hoje, terça-feira de Carnaval, é também em muitas igrejas a festa da Santa Face de Jesus.
Por isso, em vez de camuflar a nossa face ou olhar para faces mascaradas, porque não nos voltar para aquela Face que nos salva? (cf salmo 8)


Ó Jesus Salvador,
vendo a vossa Santíssima Face desfigurada pela dor,
vendo o vosso Sagrado Coração cheio de amor,
clamo com Santo Agostinho:
«Senhor Jesus,
imprimi no meu coração as vossas Santas Chagas,
para que eu leia ao mesmo tempo a vossa dor e o vosso amor;
a vossa dor, a fim de sofrer por Vós qualquer dor;
o vosso amor, a fim de desprezar por Vós qualquer outro amor!»

Ó Face adorável de Jesus,
inclinada misericordiosamente na Árvore da Cruz,
no dia da Paixão,
para salvação do mundo,
hoje ainda, piedosamente,
inclinai-Vos sobre nós, pobres pecadoes;
voltai para nós um olhar compassivo
e recebei-nos no ósculo da paz.
Ámen.


Venerável Leão Papin Dupont


Foto: reprodução da Santa Face, venerada pelo Sr. Leão Papin Dupont e Santa Teresinha.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Não sei se já vos falei da minha predilecção pela neve?...

«Não sei se já vos falei da minha predilecção pela neve?... Pequenina, a sua brancura encantava-me; um dos maiores prazeres era passear sob os flocos níveos. Donde me vinha este gosto pela neve?... Talvez de que sendo uma florzinha de Inverno*, o primeiro adorno com que os meus olhos de criança viram a natureza revestida tinha sido o seu alvo branco… Enfim, sempre desejara que no dia de tomada de hábito a natureza estivesse como eu adornada de branco. Na véspera deste belo dia olhava melancolicamente o céu cinzento donde se escapava de tempos a tempos uma chuva miúda e a temperatura estava tão amena que eu perdera a esperança da neve. Na manhã seguinte, o céu não tinha mudado; contudo a festa foi maravilhosa, e a mais bela. (…)
No fim da cerimónia (…) depois de ter beijado pela última vez o meu Rei querido**, voltei para a clausura, a primeira coisa que notei sob o claustro foi o “meu menino Jesus rosa” sorrindo-me por entre flores e luzes e a seguir o meu olhar dirigiu-se para os flocos de neve…o jardim interior estava branco como eu. Que grande delicadeza de Jesus! Vindo ao encontro dos desejos da sua noivazinha, apresentava-lhe neve… Neve, qual será o mortal, por mais poderoso que seja, que possa fazê-la cair do Céu para presentear a sua amada?... Talvez as pessoas do mundo se fizessem esta pergunta, o que é certo é que a neve da minha tomada de hábito lhes pareceu um pequeno milagre e que toda a cidade se admirou com ela. Descobriu-se que eu tinha o estranho gosto de amar a neve… Tanto melhor! Isso fez sobressair ainda mais a incompreensível condescendência do esposo das virgens… d’Aquele que ama com tanta ternura os Lírios brancos como a NEVE!»


Santa Teresa do Menino Jesus, História de uma alma


* Teresa nasceu a 2 de Janeiro de 1873, e depois de entrar no Carmelo de Lisieux, tomou o hábito a 10 de Janeiro de 1889.
** o Pai da Teresinha: Beato Luís Martin

Foto: A neve de ontem na laranjeira do meu quintal

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Chuva de rosas

«Nunca dei a Deus senão amor. Deus me pagará com amor. Depois da minha morte, farei cair uma chuva de rosas.»


«Sinto que vai principiar a minha missão, a missão que tenho, de fazer amar a Deus como eu O amo…de ensinar às almas o meu caminhinho. Quero passar o meu céu a fazer bem na terra: o que não é impossível, pois no mesmo seio da visão beatifica estão por nós velando os anjos. Não, não hei de poder tomar nenhum repoiso até ao fim do mundo! Só quando o Anjo disser: “Passou o tempo!” é que hei-de descansar e gozar, porque só então estará apurado o número dos escolhidos.
- E que caminhito é esse que quer ensinar às almas?
- Minha Madre, é o caminho da infância espiritual, é o caminho da confiança e do abandono completo nas mãos de Deus. Quero indicar-lhes os pequeninos expedientes que tão bem me surtiram; quero dizer-lhes que a santidade neste mundo se cifra apenas nisto: ofertar a Jesus as flores dos pequeninos sacrifícios e cativá-l’O a poder de carícias. Assim é que eu O cativei, e por isso é que hei-de obter d’Ele o bom acolhimento que espero.»


História de uma alma – Manuscritos autobiográficos
Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face









Cerca das 19h20 do dia 30 de Setembro de 1897, Teresa do Menino Jesus exala o último suspiro, num êxtase de amor.
“Cravando os olhos no Crucifixo: - Oh!...amo-O!...Meu Deus, eu…Vos… amo!!! Foram as suas últimas palavras.”
Festa litúrgica: 1 de Outubro

sábado, 6 de setembro de 2008

"Não podemos senão tomar o penúltimo lugar"

Na verdade, Jesus escolheu o último lugar e ninguém pode apoderar-se deste mesmo lugar.
Na véspera da sua Paixão, no decorrer da última ceia, Jesus levantou-se e lavou os pés aos seus apóstolos, começando por Pedro. Também lavou os pés a Judas. Assim, Ele tomou o lugar do servo, do escravo, do último, ajoelhado diante de cada um.
Na mesa da refeição, o pão e o vinho que se tornarão no Corpo e no Sangue de Jesus…Haverá humilhação mais radical do que colocar o nosso Deus à nossa mercê, exposto às nossas indiferenças, à nossa pouca fé…mas também a todo o amor de que somos capazes?
Jamais alguém amou tanto como Cristo, nem nunca amará…


«Tenho para mim, de procurar ao último dos últimos lugares, para ser tão pequeno como o meu Mestre, para estar com Ele, para caminhar atrás d’Ele, passo a passo, como servo leal, discípulo fiel, porque na sua bondade infinita e incompreensível Ele me permite falar assim, em irmão leal, em esposo fiel…Por isso a minha vida deve ser concebida de modo a ser o último, o mais desprezado dos homens, afim de passá-la com o meu Mestre, o meu Senhor, o meu Irmão, o meu Esposo, que foi “desprezo do povo e opróbrio da terra, um verme e não um homem.” Viver pobre, desprezado, no sofrimento, na solidão, esquecido, para estar na vida com o meu Mestre, o meu Irmão, o meu Esposo, o meu Deus, Ele que assim viveu toda a sua vida, dando-me este exemplo desde o seu nascimento.»


Beato Carlos de Foucauld, Retiro em Nazaré



“A verdadeira humildade é a arte de se encontrar precisamente no seu lugar” (Evdokimov)
Aprendamos a estar no nosso lugar com alegria e humildade, para além das nossas tarefas ou papéis.
Mais, realizemos o que somos diante de Deus, da qual depende a nossa vida e de quem tudo recebemos. Não se trata de conformar-se a um certo moralismo, mas de alcançar pouco a pouco a humildade de Jesus. Basta olharmos o estábulo de Belém, o lava-pés de Quinta-feira Santa ou a nudez de Cristo crucificado. É nestas cenas que São Francisco de Assis, São Bento José Labre, o Beato Carlos de Foucauld e muitos outros, encontraram o segredo de pobreza e da alegria radiante.
Não acreditemos que esta humildade nos diminua ou nos aniquila. Na verdade, são os humildes e os pequenos que Deus honra e coloca no primeiro lugar. “Quem se humilha será exaltado” diz o Senhor. No frontão da basílica da cidade de Lisieux (França), pode-se ler esta palavra de Cristo... é lá que se venera uma grande mulher e uma grande santa, uma jovem de 24 anos que viveu escondida no Carmelo daquela terra…Santa Teresa do Menino Jesus.
Disto, desta humildade que exalta, fazemos experiência à nossa volta com milhares de vidas escondidas, com mães que não se cansam de amar, com doentes que vivem como podem a sua dor, com celibatários ou com monges que assumem com coragem a solidão, e que, apesar das aparências, têm um papel importantíssimo no mundo.
Bendita humildade, bendito serviço na alegria! Mas “desde que Jesus tomou o último lugar, não podemos senão tomar o penúltimo.” (Padre Huvelin a Carlos de Foucauld)

sábado, 12 de julho de 2008

Padroeiros das JMJ 2008

Como já é tradição, dez santos e beatos foram escolhidos como padroeiros das Jornadas Mundiais da Juventude 2008 de Sydney.
Segundo a organização das JMJ, estes foram escolhidos como modelo...inspiração para os jovens; uns, ainda em via de canonização, outros mais relacionados com a história da Austrália e da Oceânia…mas todos, pessoas comuns que com o Espírito de Cristo cumpriram coisas extraordinárias.
Bendito seja Deus nos seus Santos!



Santa Maria, Nossa Senhora da Cruz do Sul, Auxílio dos Cristãos; rogai por nós.
Santa Teresa do Menino Jesus, testemunha da confiança e da simplicidade; rogai por nós.
Santa Faustina, testemunha da misericórdia e da compaixão de Deus; rogai por nós.
Santa Maria Goretti, testemunha da castidade e do perdão; rogai por nós.
São Pedro Chanel, testemunha pacífico da fé até à morte; rogai por nós.
Beato Pedro To Rot, testemunha da família e da fé; rogai por nós.
Beata Maria Mac Killop, testemunha dos jovens e dos marginalizados; rogai por nós.
Beato Pedro Jorge Frassati, testemunha da justiça e da caridade; rogai por nós.
Beata Teresa de Calcutá, testemunha dos pobres e dos moribundos; rogai por nós.
Servo de Deus, João Paulo II, Pai das Jornadas Mundiais da Juventude; rogai por nós.
Santos e Santas de Deus; rogai por nós.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Flores e rosas


"Sim, meu Bem-amado!
Assim se consumirá a minha vida...
Não tenho outro meio de Te provar o meu amor,
senão o de lançar flores, isto é,
não deixar escapar nenhum pequeno sacrifício,
nenhum olhar, nenhuma palavra;
aproveitar todas as mais pequenas coisas
e fazê-las por amor...
Quero sofrer por amor e gozar por amor.
Assim lançarei flores diante do teu trono.
Não encontrarei nenhuma sem a desfolhar para Ti..."

"Depois de minha morte, farei cair uma chuva de rosas."

"Vou passar meu céu fazendo o bem na terra."


Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Ele ensina sem ruído


«Compreendo e sei por experiência ‘que o reino de Deus está dentro de nós’. Jesus não precisa de livros nem de doutores para instruir as almas; Ele, o Doutor dos doutores, ensina sem ruído de palavras… Nunca O ouvi falar, mas sei que está em mim, a cada instante, Ele me guia e inspira o que devo dizer ou fazer. Descubro exactamente na hora em que preciso das luzes que nunca antes vira, mas não é habitualmente durante a oração que são mais abundantes, é sobretudo no meio das ocupações do dia…»




Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face

sábado, 5 de maio de 2007

Amar como Ele

«Quando Jesus proclamou aos apóstolos um mandamento novo, o seu mandamento, como lhe chama a seguir, já não é de amar o próximo como a si mesmo que fala mas de o amar como Ele, Jesus, o amou, como amará até à consumação dos séculos…


Ah! Senhor,
sei que não ordenais nada de impossível,
conheceis melhor do que eu a minha fraqueza,
a minha imperfeição,
bem sabeis que nunca poderia amar os meus irmãos*
como Vós os amais,
se Vós mesmo, ó Jesus,
os não amásseis também em mim.
É porque Vós queríeis conceder-me esta graça
que decretastes um mandamento novo.
Oh! Quanto o amo
pois me dá a certeza de que a vossa vontade
é amardes em mim
todos aqueles que me mandais amar!»

Santa Teresa do Menino Jesus



* no texto original, Teresa fala das irmãs do convento, mas aqui, para dar um carácter mais universal à oração da jovem carmelita, optei por colocar “irmãos”.

quarta-feira, 28 de março de 2007

No coração da Igreja, minha Mãe, serei o amor

«A Caridade deu-me a chave da minha vocação. Compreendi que se a Igreja tinha um corpo, composto por membros diferentes, não lhe faltava o mais necessário, o mais nobre de todos, compreendi que a Igreja tinha um coração, e que este coração era ardente de amor. Compreendi que só o amor fazia agir os membros da Igreja, que se o amor viesse a extinguir-se, os apóstolos deixariam de anunciar o Evangelho, os mártires se recusariam a derramar o sangue… Compreendi que o amor englobava todas as vocações, que o amor era tudo, que se estendia a todos os tempos e a todos os lugares…numa palavra, que era eterno!...
Então, no excesso da minha alegria delirante, exclamei: ó Jesus, meu amor…a minha vocação, encontrei-a finalmente, a minha vocação, é o amor!...
Sim, encontrei o meu lugar na Igreja, e este lugar, ó meu Deus, fostes Vós quem mo deu…no coração da Igreja, minha Mãe, serei o amor…assim serei tudo…assim será realizado o meu sonho!»


Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

O cantinho do amor

"Como é doce o cantinho do amor. Sem dúvida, pode-se muito bem cair, podem-se cometer infidelidades, mas, sabendo o amor tirar proveito de tudo, bem depressa terá consumido tudo o que desagrada a Jesus, não deixando senão humilde e profunda paz no íntimo do coração…"
Santa Teresa do Menino Jesus

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

Mais do que rainha é mãe!

“Oh!, quanto amo a Virgem Maria! Se fosse padre, como apregoaria as suas grandezas! Pintam-na de uma santidade inacessível, quando no-la deviam apresentar como imitável, pois mais do que rainha é mãe! Tendo ouvido dizer que eclipsa com o seu brilho a todos os santos, como o sol ao nascer ofusca o resplendor das estrelas. Que doutrina tão desarrazoada! A glória dos filhos eclipsada por sua Mãe! Eu penso o contrário e tenho por certo que o esplendor de Maria há-de realçar consideravelmente o esplendor dos escolhidos. A Virgem Santíssima! Que simples me parece a mim que foi o seu viver!”


Santa Teresa do Menino Jesus