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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Que alegria eu ser uma filha fiel da Igreja

«Que alegria eu ser uma filha fiel da Igreja.
Ó, como amo a Igreja e todos os que fazem parte dela; considero-os membros vivos de Cristo que é a cabeça.
Ardo de amor com aqueles que amam, sofro com aqueles que sofrem, a dor me consome perante as almas frias e ingratas. Então faço por amar muito a Deus em reparação por aqueles que não O amam, que são ingratos para com o seu Salvador.
Ó meu Deus, estou consciente da minha missão na Santa Igreja.
O meu constante esforço deve ser a oração para alcançar a misericórdia para o mundo.
Uno-me intimamente a Jesus e coloco-me diante d’ Ele, como oferenda suplicante para o mundo. Deus não me recusará nada se o pedir pela voz de seu Filho. (…)
Fazei de mim, ó Jesus, uma oferenda agradável e pura diante da Face do Pai.
Jesus, transformai-me em Vós, porque tudo podeis, e devolvei-me ao vosso eterno Pai.
Desejo tornar-me uma hóstia expiatória diante de Vós e dos homens.
Desejo que o perfume da minha oferenda seja unicamente conhecida de Vós.»


Santa Faustina

domingo, 19 de abril de 2009

Hoje é Festa da Misericórdia!

"Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. (...)
Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da minha misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas.
Nesse dia, estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais flúem as graças. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de Mim, ainda que seus pecados sejam como o escarlate. A Minha misericórdia é tão grande que, por toda a eternidade, nenhuma mente, nem humana, nem angélica a aprofundará."



"Pinta uma Imagem de acordo com o modelo que estás vendo, com a inscrição: Jesus, eu confio em Vós. Desejo que esta Imagem seja venerada, primeiramente, na vossa capela e, depois, no mundo inteiro. Prometo que a alma que venerar esta Imagem não perecerá. Prometo também, já aqui na Terra, a vitória sobre os inimigos e, especialmente, na hora da morte. Eu mesmo a defenderei como Minha própria glória.”

Diário de Santa Faustina



Site sobre a devoção à Divina Misericórdia

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Misericórdia e justiça

«A misericórdia do Senhor é por isso a substância dos meus méritos.
Sempre os terei enquanto Ele se dignará ter compaixão de mim.
Serão abundantes se as misericórdias são abundantes.
É verdade, sinto a culpa de muitos pecados, mas a graça superabundou onde o pecado abundou (Rom 5, 20).
Se as misericórdias do Senhor são eternas para mim, cantarei eternamente as misericórdias do Senhor.
Celebrarei assim a minha própria justiça?
Não, lembrar-me-ei somente da vossa justiça, Senhor.
Pois a vossa justiça é também a minha, porque tornates-Vos a minha própria justiça.
Terei eu de temer que uma única justiça não seja suficiente para dois?
Ela não é o manto de que o profeta fala, demasiado curto para que dois possam cobrir-se.
A vossa justiça é a justiça eterna.
Que mais extenso existe do que a eternidade?
A vossa justiça que é eterna é tão imensa que ela nos cobrirá largamente aos dois.
Em mim cobrirá os meus muitos pecados, mas cobrirá ela os vossos tesouros, a vossa clemência, as riquezas da vossa bondade, ó Senhor?
Estas riquezas me estão guardadas nas fendas dos rochedos (Cant 2,14).
Grande e imensa é a doçura que elas encerram!
Na verdade elas estão escondidas, mas é àqueles que perecem, pois, porque dar o que é santo aos cães, ou demonstrar-lhes algo de que eles não conhecem o preço?
Mas Deus revelou-as a nós pelo seu Espírito Santo.
Ele fez entrar-nos no seu santuário pelas portas das suas Chagas.
Nelas encontramos a fonte da doçura, imensas graças, e virtudes abundantes.»


São Bernardo,
Sermão sobre o Cântico do Cânticos, 61,5




«Pai Eterno,
eu Vos ofereço as Chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo,
para curar as chagas das nossas almas.»

Oração revelada à serva de Deus Maria Marta Chambon

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Vinde, ó bêbados!


«Então Cristo dirá: ‘Vinde vós também! Vinde, ó bêbados! Vinde, ó fracos! Vinde, ó depravados!’
E Ele dirá: ‘Seres infames, sois imagem da besta e trazeis a sua marca. Vinde à mesma, vós também!’
E os sábios dirão, e os prudentes dirão: ‘Senhor, porque os acolhes?’
E Ele dirá: ‘Se Eu os acolho, ó sábios, se Eu os acolho, ó prudentes, é porque nenhum deles se achou digno disso’.
E Ele nos estenderá os braços, e cairemos a seus pés e desataremos a chorar, e compreenderemos tudo, sim, compreenderemos tudo.»

Dostoïevski

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Mistério pascal...revelação da misericórdia de Deus

«A Igreja proclama a verdade da misericórdia de Deus, revelada em Cristo crucificado e ressuscitado, e proclama-a de várias maneiras. Procura também praticar a misericórdia para com os homens por meio dos homens, como condição indispensável da sua solicitude por um mundo melhor e «mais humano», hoje e amanhã.
Mas, além disso, em nenhum momento e em nenhum período da história, especialmente numa época tão crítica como a nossa, pode esquecer a oração que é um grito de súplica à misericórdia de Deus, perante as múltiplas formas do mal que pesam sobre a humanidade e a ameaçam. Tal é o direito e o dever da Igreja, em Cristo Jesus: direito e dever para com Deus e para com os homens.»


«A Igreja professa e proclama que a manifestação clara de tal misericórdia se verificou em Jesus crucificado e ressuscitado, isto é, no Mistério pascal. É este Mistério que contém em si a mais completa revelação da misericórdia, isto é, daquele amor que é mais forte do que a morte, mais poderoso do que o pecado e que todo o mal, do amor que ergue o homem das suas quedas, mesmo mais profundas, e o liberta das maiores ameaças.»



João Paulo II, Encíclica “Dives in misericórdia”

terça-feira, 1 de abril de 2008

Sacia-te...

«Louvai o Senhor, porque Ele é bom, porque é eterna a sua misericórdia!» Sl 136 (135)

«Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia» Mt 5, 7

«Desejo misericórdia, e não sacrifícios» Mt 9, 13

«Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso…perdoai e sereis perdoados» Lc 6, 36-37

«Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de bondade, humildade, mansidão e paciência, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos mutuamente, se alguém tiver razão de queixa contra o outro. Como o Senhor vos perdoou, deveis perdoar também vós.» Col, 3, 12-13
























Ó Sangue e Água que brotastes do Coração de Jesus,
como fonte de misericórdia para nós,
eu confio em Vós!

Santa Faustina

sábado, 29 de março de 2008

Chagas e misericódia

“Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos;
aproxima a tua mão e mete a no meu lado;
e não sejas incrédulo, mas crente.»


Jo 20, 27



“De todas as minhas Chagas,
como de fonte,
corre a misericórdia para as almas,
mas a Chaga do meu Coração é uma fonte de inesgotável misericórdia;
dessa fonte jorram grandes graças para as almas.
Queimam-se as chamas de compaixão,
desejo derramá-las nas almas dos homens.
Fala a todo o mundo da minha misericórdia.”

Revelações de Cristo a Santa Faustina



Site sobre a Mensagem da Divina Misericórdia

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Misericórdia e verdade

«O pensamento da misericórdia de Deus poder limitar-se às fronteiras da Igreja visível sempre me foi alheia.
Deus é a verdade.
Quem procura a verdade, procura Deus, consciente ou não disso.»



Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein),
judia convertida ao cristianismo,
entrou para a Ordem do Carmelo
e morreu a 9 de Agosto de 1942
no Campo de concentração de Auschwitz

segunda-feira, 16 de abril de 2007

"Jesus, eu confio em Vós"

«A renovação do mundo pode ser resumida numa palavra: a mesma que Jesus ressuscitado pronunciou como saudação e como anúncio de sua vitória aos discípulos: ‘A paz esteja convosco!’ (Lc 24, 36; Jo 20, 19.21.26). A Paz é um dom que Cristo deixou aos seus amigos (Jo 14, 27) como bênção destinada a todos os homens e a todos os povos. Não a paz segundo a mentalidade do “mundo”, como equilíbrio de forças, mas uma realidade nova, fruto do Amor de Deus, de sua Misericórdia. É a paz que Jesus Cristo ganhou pelo preço de seu Sangue e que comunica a todos aqueles que confiam n’Ele. “Jesus, eu confio em Vós”: nestas palavras se resume a fé do cristão, que é fé na omnipotência do Amor misericordioso de Deus.

Queridos irmãos e irmãs: enquanto vos agradeço novamente pela vossa proximidade espiritual por ocasião do meu aniversário e do aniversário de minha eleição como sucessor de Pedro, confio-vos a Maria Mater Misericordiae, Mãe de Jesus, que é a encarnação da Divina Misericórdia. Com a sua ajuda, deixemo-nos renovar pelo Espírito para cooperar na obra de paz que Deus está a realizar no mundo e que não faz barulho, mas se realiza nos inúmeros gestos de caridade de todos os seus filhos.»



Bento XVI, Regina Caeli 15/04/2007

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Rosto de: Faustina Kowalska

O próximo 2º Domingo de Páscoa, que celebraremos daqui alguns dias, é também dia da Festa da Divina Misericórdia, festa que nasceu de um desejo de Cristo, revelado à uma religiosa polaca do século XX, Irmã Faustina, e que João Paulo II instituiu em 2000, no dia da canonização dessa mesma irmã.

Irmã Faustina nasceu a 25 de Agosto de 1905 na Polónia. Era a terceira de dez filhos de Estanislau e Marian Kowalska, e recebeu como nome de baptismo: Helena.
Desde a infância, nutriu um gosto especial pela oração. Em casa, trabalhava muito, sempre obediente aos pais e compassiva para com os pobres. Frequentou somente três anos o ensino escolar, devido à escassa situação financeira da família. Adolescente, foi empregada de uma casa burguesa da cidade.

Aos 20 anos, ingressou no Convento das religiosas de Nossa Senhora da Misericórdia, e tomou o hábito com o nome de Irmã Maria Faustina. Viveu 13 anos na Congregação, desempenhando de modo exemplar as funções de cozinheira, jardineira e porteira.

A sua vida, aparentemente muito simples, escondia uma vida riquíssima de união com Deus. Desde a sua tenra idade, a irmã Faustina desejava ser uma grande santa, e assim correspondeu. Colaborava com a graça de Jesus na salvação dos pecadores até ao ponto de oferecer a sua vida em holocausto por eles. A sua vida religiosa era impregnada de sofrimentos mas também de graças extraordinárias…místicas.
Cristo dialogava com ela e lhe conferiu uma missão:
- Lembrar a verdade fundamental da nossa fé, revelada nas Escrituras, de que Deus ama cada ser humano de um Amor Misericordioso, mesmo o maior pecador.
- Transmitir a devoção à Divina Misericórdia.
- Inspirar um grande movimento de apóstolos da Divina Misericórdia, afim de fazer renascer a fé dos fiéis, no espírito desta devoção, para uma confiança evangélica de infância espiritual em Deus e no amor ao próximo.

Atingida por tuberculose, a Irmã Faustina oferece os seus sofrimentos pela conversão dos pecadores e sempre fiel às revelações que ela beneficiou, morre a 5 de Outubro de 1938 com 33 anos.
A 18 de Abril de 1993, o Papa João Paulo II beatificou-a, e canonizou esta grande Apóstola da Divina Misericórdia a 30 de Abril de 2000.


Para saber mais sobre a devoção à Divina Misericórdia, clique:
Apostolado da Divina Misericórdia