Deus é ambicioso
«Deus é ambicioso, Ele não quer que sejamos só honestos, Ele quer que sejamos santos. Ele não quer que sejamos só obedientes à Lei, Ele quer que o nosso coração deseje a sua Vontade.
Ele não se contenta em ter um povo, Ele quer uma família. Ele não se contenta em ter criaturas, Ele quer filhos e filhas. (...)
A maioria dos santos que conhecemos tiveram vidas extraordinárias, e é normal que estes sejam conhecidos, mas eles não são conhecidos porque são santos… eles são conhecidos pelos destinos extraordinários que viveram. Mas a santidade não se reduz aos santos canonizados, ela diz respeito a todos aqueles que vivem a Vontade de Deus no destino de uma vida comum ainda que desconhecida. A santidade não está relacionada a um estado de vida, mesmo se conhecemos mais santos religiosos, consagrados, retirados do mundo, eremitas, monges do que santos leigos envolvidos em tarefas comuns. (...)
Para nós, o santo é primeiro uma imagem, um vitral, uma pintura, uma história. Muitas vezes, só conhecemos do santo o produto acabado, o santo canonizado...conhece-se menos bem o caminho que o levou à santidade, mas isso compete a cada cristão estudá-lo. (...)
O Papa João Paulo II tentou mostrar, através das canonizações, que houve santos no tempo moderno e santos que tiveram uma vida comum, santos em todos os estados de vida! Há santos no nosso tempo, hoje, nas famílias, nos lares, nos jovens, nos idosos, nos saudáveis, nos doentes; há santos em todos as circunstâncias da realidade.»
Dom Vingt-Trois, Cardeal e Arcebispo de Paris


Na visitação, quando leva no seu ventre o Verbo encarnado, de certo modo Ela serve de “sacrário” – o primeiro “sacrário” da história –, para o Filho de Deus, que, ainda invisível aos olhos dos homens, Se presta à adoração de Isabel, como que “irradiando” a sua luz através dos olhos e da voz de Maria.» 





A sua vida, aparentemente muito simples, escondia uma vida riquíssima de união com Deus. Desde a sua tenra idade, a irmã Faustina desejava ser uma grande santa, e assim correspondeu. Colaborava com a graça de Jesus na salvação dos pecadores até ao ponto de oferecer a sua vida em holocausto por eles. A sua vida religiosa era impregnada de sofrimentos mas também de graças extraordinárias…místicas.
