Chuva de rosas
«Nunca dei a Deus senão amor. Deus me pagará com amor. Depois da minha morte, farei cair uma chuva de rosas.»
«Sinto que vai principiar a minha missão, a missão que tenho, de fazer amar a Deus como eu O amo…de ensinar às almas o meu caminhinho. Quero passar o meu céu a fazer bem na terra: o que não é impossível, pois no mesmo seio da visão beatifica estão por nós velando os anjos. Não, não hei de poder tomar nenhum repoiso até ao fim do mundo! Só quando o Anjo disser: “Passou o tempo!” é que hei-de descansar e gozar, porque só então estará apurado o número dos escolhidos.
- E que caminhito é esse que quer ensinar às almas?
- Minha Madre, é o caminho da infância espiritual, é o caminho da confiança e do abandono completo nas mãos de Deus. Quero indicar-lhes os pequeninos expedientes que tão bem me surtiram; quero dizer-lhes que a santidade neste mundo se cifra apenas nisto: ofertar a Jesus as flores dos pequeninos sacrifícios e cativá-l’O a poder de carícias. Assim é que eu O cativei, e por isso é que hei-de obter d’Ele o bom acolhimento que espero.»
Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face
Cerca das 19h20 do dia 30 de Setembro de 1897, Teresa do Menino Jesus exala o último suspiro, num êxtase de amor.
“Cravando os olhos no Crucifixo: - Oh!...amo-O!...Meu Deus, eu…Vos… amo!!! Foram as suas últimas palavras.”
Festa litúrgica: 1 de Outubro






